selam genclik bugun size
nedir anlatacagim artik porno bir abaza isi olarak gorulmemektedir cunku
xvideos
da sinirsiz sikis izlenir ve izledikleriniz sadece siz deil
gizlesene
olup abazaligin sinirini zorlayarak
liseli sikis
videolarimizla
götten sikiş seksin sinirlarini zorlamak mumkundur ve ayrica en kaliteli olan
redtube
videolarinide sizler icin koyduk ve asla unutmayin
adult izle, porno izle, sikis izle
adreslerimiz sizler icin hizmet vermektedir
rus pornosu kalitenin dorugu burdadir
pornogiller
eger olurda
kutunel
ararsaniz onu da bizde bulabilirsiniz
rokettube sizler icin
hepberaber izleyelim.
|
Terça-feira, 20 outubro de 2009
- Atualizada às 10:14 |
|
|
|
GM tem plano para manter controle da Opel |
|
|
A General Motors já trabalha num plano B e pode manter o controle da Opel, caso a transferência de 55% das operações de seu braço europeu ao consórcio formado pela canadense Magna e pelo banco estatal russo Sberbank seja refutada. A informação foi divulgada ao jornal The Wall Street Journal por pessoas ligadas à área executiva da GM.
De acordo com a agência Automotive News Europe, o plano da GM para manter a Opel incluiria pedido de ajuda financeira estatal -- nos moldes aplicados à própria GM nos Estados Unidos --, um ainda possível (embora improvável) pedido de concordata, bem como a venda de algumas fábricas, principalmente na Alemanha.
A GM ainda trabalha com a possibilidade de venda da Opel ao consórcio, o que pode ser definido até o meio desta semana. O principal entrave ao processo vem do governo do Reino Unido, que se opõe a ajudar financeiramente ao consórcio Magna-Sberbank, e de trabalhadores de unidades espanholas, que ameaçam entrar em greve caso o acordo seja concretizado.
Nem Reino Unido, nem Espanha são favoráveis aos ajustes propostos pela Magna, que incluem demissão de funcionários e transferência de centros de produção.
Do lado alemão, o governo se mostra favorável à venda e prometeu repasse de 4,5 bilhões de euros ao consórcio, embora a maior parte dos cortes projetados envolvam justamente boa parte dos cerca de 55 mil trabalhadores alemães da Opel, o que também preocupa os sindicatos locais.
|
| |
| fonte: uol |
|
| |
|
|
|
|
|
|