| Ao chegar ao posto, você fica na dúvida se coloca gasolina, álcool ou uma mistura dos dois? Bem, você não está sozinho. A maioria dos proprietários de carros com tecnologia bicombustível se perde na hora de encher o tanque. "Muitos não sabem que a escolha certa pode determinar muita coisa, inclusive a performance do veículo", afirma Sergio Luiz da Silva, dono de uma oficina em São Paulo.
No Frio O ideal é colocar em torno de 20% a 30% de gasolina e o restante de álcool. Assim, o motor não falha até esquentar. Outra dica é manter o reservatório de gasolina destinado a ignição sempre cheio, de preferência com a versão aditivada. Apesar dessa peça ter os dias contados - vem ai um novo sistema que aquecerá o álcool antes de injetá-lo na câmara de combustão -, ela ajuda na hora da partida.
Para ganhar potência Se você quer pisar fundo no acelerador quando pegar estradam encha o tanque com álcool. O combustível suporta altas taxas de compressão, o que aumenta o torque do motor. Mas saiba que o seu baixo poder calorífico - em comparação ao da gasolina - leca a um consumo maior. É uma questão de escolha e de grana no bolso.
Para aumentar a vida do carro O ideal é rodar com gasolina. Apesar de ser mais cara, ela possui alto poder de lubrificação. Com isso, as peças ficam mais protegidas de corrosão prematura e, assim, têm vida útil maior. Diante desse cenário, alguns especialistas recomendam, aos que em geral preferem o álcool, usar um tanque de gasolina a cada quatro de álcool.
Para economizar grana Fique atento à diferença de preço entre os dois combustíveis e só abasteça com o mais barato (no caso, o álcool) quando o litro custar, no máximo, o equivalente a 70% do litro da gasolina. É uma questão de custo/benefício: o álcool, apesar de ser mais em conta, faz o veículo consumir mais.
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